Até o diamante mais duro se corta; até a pessoa mais dificil pode amar.
Algo precioso não é o que temos, mas sim o que construimos. O que temos por aquisição facilmente deixamos por qualquer coisa que nos pareça mais importante, mas o que construimos deixa-nos calos e marcas nas mãos que nos lembram do que é para nós.
Pode ainda não ser nada, mas talvez um dia seja qualquer coisa importante.
E assim o espero.
As coisas mudam e o tempo, por vezes, não as acompanha; faz de sombra, e parece tudo rápido demais.
Mas quem foi o ser que determinou a duração do tempo? Quem disse que se sentem as horas da mesma forma?
As pessoas falam, o tempo passa, o repentino muda... Tanta coisa.
O que parece, e é errado, deixa saudade... Marca, e começa a ser construído. As marcas de dor são rápidas e profundas e mas queimam devagar devido ao choque. Mas as marcas de alegria são lentas, pedra por pedra... E começando a ser construído, torna-se algo bom. Algo espetacularmente bom.
Quem sou eu para julgar o que não conheço? Limito-me a tentar descobri-lo.
Talvez um dia tenha resposta. Talvez um dia me surpreenda.
Talvez mais alguém o faça. Ou pelo menos o pense.