Falamos todos os dias. Dizemos o que pensamos, sentimos, opinamos, insultamos, fazemos alguém ganhar o dia, ...
Muitas vezes falamos para nós próprios. Muitas vezes falamos para uma audiência sempre atenta que vai ouvindo cada episódio que temos para contar.
Algumas dizemos o desnecessário, outras o demasiado necessário. Mas muitas vezes nem o mais óbvio é ouvido.
Ou custa falar ou cansa não ser escutado...
A liberdade de expressão nunca é a 100%, e damos connosco a reprimir contra nós próprios porque há algo cá dentro que não dá para sair, não dá para explicar de forma a que os outros tenham a mesma visão que nós!
E no entanto a comunicação é tão necessária, nem que seja para dizer que hoje é melhor levar um chapéu de chuva... Qualquer pessoa pode vê-lo chegando à janela... Ou que não veja. Água é coisa que não mata...
Seria tão mais fácil se conseguissemos falar de tudo o que há para ser falado, sem julgamento de interesse ou propriedade de opinião. Inventar até temas, quem sabe.
É algo que sabe tão bem, mas que já ninguém parece apreciar, nem em pequenos gestos...