07/04/2010

Liberdade

Corre de pés descalços ao vento
Sente o que vê, não tem limite de tempo.

É selvagem, é bravia
Pintada de fogo e água fria
É arrebatadora, é magia
É aguarela de harmonia

Ninguém a pode prender,
Ninguém tem esse direito.
Quem a proclama,
Torna a liberdade sujeito
De uma frase que muitos querem dizer
Quem dera a muitos poder...

É parte de toda a alma.
Não tolera violência,
vence pela calma.
É mais do que toda a ciência.

Lidera o mundo se o mundo a deixar
Destapa as bocas que a verdade querem falar.

Não olha a prémios nem a preciosidades.
É feita dessas queridas raridades:

Quem a conhece, tem saudade
Quem não a conhece, mas dela ouviu falar
O seu nome sabe, sabe como a chamar:
Liberdade!